Notícias do dia 21/08

BLOG DO SINDSEP-RR

Servidores da Funai queimam contracheques

Servidores da Funai em Roraima manifestam seu descontentamento com o governo federal.
Na manhã de hoje, precisamente a partir das 10 horas da manhã, os servidores da Funai/RR começaram a queimar seus contracheques na calçada do órgão. O ato simbólico foi em repúdio a atitude do Governo Dilma que mandou cortar o ponto dos grevistas. Segundo o Comando de Greve os servidores foram desrespeitados em relação as regras do Direito de Greve e o Governo Dilma está se tornando na Ditadura que no passado ela combateu.

Segundo Edvânia Kehrle a Funai está caindo, afundando, falindo, tombando…

Ainda segundo declarações do Comando de Greve a Funai está sucateada e sem condições de trabalho. Os servidores frisam que não estão brigando somente por salário, mas, acima de tudo, por melhores condições de trabalho, posto que atualmente a questão de proteção aos povos indígenas faz parte apenas dos discursos dos gabinetes em Brasília. A realidade é bem outra.
A Grande Imprensa esteve lá e deu ampla divulgação à manifestação dos servidores grevistas.
Quem quiser conhecer a pauta de reivindicações da Funai em Roraima é só acessar a postagem do dia 3 de julho próximo passado, feita aqui no Blog do Sindsep-RR.

FOLHA DE BOA VISTA – RR

Servidores da Funai vão queimar contracheque em protesto hoje

Os servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Boa Vista estão em greve desde o dia 4 de julho. Hoje, às 10 horas, os grevistas vão queimar seus contracheques em frente à sede do órgão. Esse ato simbólico é em repúdio a decisão do Governo Dilma de cortar o ponto dos servidores grevistas.

Segundo Edvânia Kehrle, do Comando de Greve dos Servidores da Funai, muitos servidores estão com os contracheques zerados e não vão receber nem um centavo em agosto. “O governo federal desrespeitou as normas e a legislação do Direito de Greve, mas nós vamos defender nossos direitos na Justiça”, acrescentou. Taí um dos motivos da revolta dos servidores da Funai.

O Informativo do Movimento Grevista, que será distribuído amanhã durante o ato de repúdio da categoria, registra que desde 2009 a Funai vem sendo desmontada e sucateada com a publicação do Decreto 7056/09.

Em Roraima, os servidores reivindicam, entre outras coisas, o funcionamento da Coordenação Regional da Funai em Boa Vista em prédio que ofereça condições mínimas de trabalho para os servidores e para o atendimento da população.

Conforme avaliação do Comando de Greve, a Funai parou no tempo e atualmente o órgão funciona de forma precária, num prédio inadequado, apertado, muito aquém das suas necessidades reais.

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BVNEWS-RR

Servidores da Funai fazem manifestação nesta terça-feira

Conforme os grevistas, a Funai parou no tempo e atualmente o órgão funciona de forma precária
Os servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Boa Vista estão em greve desde o dia 4 de julho. Nesta terça-feira (21), às 10 horas, os grevistas vão queimar seus contracheques em frente à sede do órgão. Esse ato simbólico é em repúdio a decisão do Governo Federal de cortar o ponto dos servidores grevistas.

Segundo Edvânia Kehrle, do comando de greve dos servidores da Funai, muitos servidores estão com os contracheques zerados e não vão receber nem um centavo em agosto. “O governo federal desrespeitou as normas e a legislação do direito de greve, mas nós vamos defender nossos direitos na Justiça”, acrescentou. Taí um dos motivos da revolta dos servidores da Funai.

O informativo do movimento grevista, que será distribuído durante o ato de repúdio da categoria, registra que desde 2009 a Funai vem sendo desmontada e sucateada com a publicação do Decreto 7056/09.

Em Roraima os servidores reivindicam, entre outras coisas, o funcionamento da Coordenação Regional da Funai em Boa Vista em prédio que ofereça condições mínimas de trabalho para os servidores e para o atendimento da população.

Conforme avaliação do comando de greve, a Funai parou no tempo e atualmente o órgão funciona de forma precária, num prédio inadequado, apertado, muito aquém das suas necessidades reais.

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G1- AM

Servidores da Funai denunciam precariedade da sede do órgão, no AM

Categoria reclama das condições de trabalho no ambiente em Manaus.
Servidor revelou que já pagou R$ 10 a um índio para realizar limpeza.

Servidores reclamam da piscina abandonada com foco de dengue na sede da Funai em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)
Os servidores federais da Fundação Nacional do Índio (Funai), em greve há quase dois meses, denunciaram nesta terça-feira (21) o abandono das instalações da sede do órgão, localizada no bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul de Manaus. A categoria afirma que a precariedade das condições de trabalho tem afetado os servidores e a assistência às populações indígenas na capital.

Desde 2002, o prédio que era utilizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) passou para a Fundação. De acordo com o servidor da Fundação, Mário Lúcio, logo na entrada do prédio da Funai há uma piscina desativa com água acumulada, que por ausência de manutenção tornou-se um foco e criadouro do mosquito da dengue. O servidor revelou que o problema existe há mais de 10 anos.

Categoria grevista denuncia condições de trabalho dos servidores da Funai em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

“A piscina está cheia de água podre, servindo apenas como foco de dengue. E ontem [segunda-feira] quando chegamos para nosso local de concentração da greve, havia na escada que dá acesso ao auditório da Funai, um gato morto em estado de decomposição. Então, tudo isso é um descaso da administração”, enfatizou Mário Lúcio.

A servidora da Funai Ingrid Massulo contou que já teve três vezes dengue e que foi infectada pelo mosquito Aedes aegypti no ambiente de trabalho. “O médico alertou que não posso ter a doença mais uma vez porque existe o risco de ser hemorrágica”, relatou. Além da falta de manutenção da piscina, a categoria denuncia outros problemas nas instalações da Fundação Nacional do Índio em Manaus. “O prédio é insalubre porque as salas estão com problemas de infiltrações, o arquivo está com mofo e o banheiro está em péssimas condições. Os aproximadamente 70 servidores na capital convivem com essa realidade. É uma calamidade nas nossas condições de trabalho. Apesar do Ministério do Trabalho ter determinado que sejam tomadas providências, até hoje a direção da Funai não solucionou o problema. Devido estarmos em greve não comunicamos formalmente os fatos, mas a direção tem ciência desse problema”, reclamou o representante da categoria.

Categoria grevista denuncia condições de trabalho dos servidores da Funai em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

Segundo o servidor, os índios que vêm das aldeias do interior do Amazonas quando chegam à capital dormem nos corredores da sede em virtude da falta de infraestrutura das instalações do órgão. “Quando os índios vêm à Manaus para resolver ou solicitar questões de benefícios, eles não têm onde ficar. Ficam jogados nos corredores, às vezes são molhados pela chuva”, afirmou Mário Lúcio.

Já o servidor Arnaldo Rosário, que há 35 anos atua no quadro funcional do órgão, relatou que nunca houve uma equipe de limpeza na Funai em Manaus. Diante da ausência de funcionários para desempenhar o serviço, os próprios servidores acabam arcando com a tarefa. “Recentemente, paguei R$ 10 a um índio para retirar o gato que estava morto no prédio e limpar as fezes de pombo”, revelou.

Posicionamento

Questionado em relação às denúncias da categoria, o diretor substituto da Funai, Eduardo Chaves, justificou as falhas às dificuldades burocráticas para conseguir recursos para a reforma e manutenção do prédio. Segundo o gestor, para conseguir o repasse de recursos destinado à execução de melhorias, é necessária a avaliação de um especialista de Brasília, que precisa inspecionar o prédio em Manaus para fazer o parecer. “Entretanto, basicamente, apenas um engenheiro é responsável por essa avaliação em todas as Funais do Brasil. Tudo precisa ser licitado e a liberação de recursos depende da análise da procuradoria da AGU. Hoje nós estamos trabalhamos com as prioridades, que são os encaminhamentos de gêneros alimentícios e passagens às comunidades indígenas”, justificou Eduardo Chaves.

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