Notícias do dia 11/07

AGÊNCIA BRASIL – EBC

Servidores em greve da Funai anunciam protesto em frente ao Palácio do Planalto para amanhã

Brasília –  Em greve desde o dia  21 de junho, os servidores da Fundação Nacional do índio (FUNAI) anunciaram hoje (11) que  vão manter a paralisação até que o governo atenda às suas reivindicações. Além disso, também marcaram ato de protesto para amanhã (12) às 14h, em frente ao Palácio do Planalto. A pauta da categoria inclui reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

“Vamos levar a pauta dos servidores  para a presidenta Dilma Rousseff. Queremos que ela indique um de seus representantes para nos atender”, disse o representante do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Distrito Federal (Sindsep-DF),  Eronildo Cavalcante, que também é servidor da FUNAI. Segundo ele, até agora o governo ainda não apresentou nenhuma proposta aos grevistas da fundação.

O servidor da FUNAI, Amaury Farias, disse em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, que foi ao ar hoje (11), que a greve foi iniciada por uma questão salarial. “Estamos entre as categorias  mais mal remuneradas  do Poder Executivo federal. O outro motivo que nos levou à paralisação foi a falta de estrutura, tanto aqui na sede como nas coordenações regionais, para os funcionários executarem o trabalho. Muitos servidores correm risco de vida nas Terras Indígenas, por causa dos  madeireiros da Região Amazônica.”, contou.

Amaury Farias (O GRUPO DE COMUNICAÇÃO SOLICITOU CORREÇÃO DO NOME PARA AMAURY FREITAS) disse ainda que o número de servidores do órgão está aquém das necessidades. “São 2.500 servidores efetivos na FUNAI para atender a todas as Terras Indígenas do país, que representam 13% do território nacional. É muito pouco. Reivindicamos também que novos concursos sejam feitos e novos servidores contratados”, ressaltou.

A paralisação já dura 21 dias, mas os serviços essenciais desempenhados pelo órgão foram mantidos, como o fornecimento de cestas básicas  e o controle de incêndios em Terras Indígenas. O servidor informou ainda que as 14 reivindicações apresentadas em carta à presidenta da FUNAI, Marta Maria  Azevedo, já foram atendidas (O GRUPO DE COMUNICAÇÃO DA GREVE NA FUNAI SOLICITOU CORREÇÃO PARA “A CARTA COM REIVINDICAÇÕES FOI RESPONDIDA). Os pontos estão relacionados à infraestrutura do local de trabalho. “Queremos que o processo seja mantido”, destacou.

A assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog) informou à Agência Brasil que a pauta de reivindicações dos servidores da FUNAI está em processo de negociação. A Secretaria de Relações do Trabalho teve uma reunião com o grupo esta semana, mas nada foi decidido.

Edição: Davi Oliveira

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G1-RO

Em Rondônia, cinco órgãos públicos federais estão em greve

Entre as reivindicações, reajuste salarial de 22%.

Grevistas e Sindsef deverão se reunir nesta quarta-feira para deliberações

No estado de Rondônia cinco órgãos públicos federais estão em greve, segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Federais  do Estado de Rondônia (Sindsef), Daniel Pereira. Estão parados Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Ministério da Saúde e Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda em Rondônia (SAMF).

Em entrevista ao G1, Daniel Pereira afirma que em Rondônia são oito mil servidores federais. Cerca de mil fazem parte do quadro dos cinco órgãos públicos que deflagraram greve na semana passada, 40% deles aderiram a paralisação. “Nossa greve é nacional, estamos aguardando as negociações em Brasília para nos articularmos aqui no estado”, diz.

Entre as pautas de reivindicações, sete no total, estão: reposição salarial de 22%, paridade entre ativos e inativos, definição da data-base, reavaliação dos auxílios alimentação e saúde.

Nesta quarta-feira (11), representantes das comissões de greve e do Sindsef deverão se reunir para fazer uma nova avaliação da paralisação e redefinir posição frente a greve nacional.

Educação

Além da Funasa, Incra, SAMF, Funai e Ministério da Saúde, estão paralisadas duas instituições de educação federal: a Universidade Federal de Rondônia (Unir) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (Ifro).

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